20 de abril de 2015

Dueto da tarde (CXXIX)

Essa mergulhadora ganhou um novo amigo!Climatologia Geográfica
Posted by Climatologia Geográfica on Segunda, 20 de abril de 2015


Dueto da tarde (CXXIX)

A lâmina da espada reluziu ofuscando os olhos inimigos.
O mesmo brilho partiu do escudo e do peitoral, abrindo estradas na escuridão assassina.
Caiu à tarde escarlate com uma flecha atravessada no sol de um domingo.
A marcha do olhar determinado avançou sobre a covardia infame, fazendo da fama a foice e da fome a sina.
Batalhas não são fáceis e guerras são batalhas após batalhas. Quando desembainha sua espada o guerreiro sabe disso.
Os brilhos se apagam enquanto o sol dorme na colina. O sangue fica fosco, o rosto fica triste, o poço é fossa e cova para os guerreiros que perderam seu viço.
É dor, é grito de dor. Mas não é grito de socorro nem de piedade. É a guerra da vida, cotidiana e implacável. E é a vida da guerra.
Uma fera que nasce todos os dias – noites, se cria – cresce, se defende – ataca, se maltrata – achincalha, se descobre – se enterra.
Morre e renasce. Renasce e morre. Nem sempre pela espada do guerreiro. Mas ela está sempre ali, a espada do guerreiro.
A lâmina futuramente pode ficar sem fio, pois amolarão somente à paciência alheia; na lâmina poderá não haver mais luminescência e assim perder a ciência e ganhar certo mistério:
Como conseguiu vencer a guerra, se as batalhas continuam? Como vive em paz, se ainda é um guerreiro?
A fera ouve a pergunta e se resguarda na incoerência de uma possível resposta torta; em silêncio e apavorada ela ouve o som da paz e da inexistência de cobrança; ela se desfaz e se delicia.
Ele também se desfaz e se delicia. Ele é a fera. Ele é a luta e o campo de luta. Ele é a morte e o que resulta da morte, num brilho que é sol mais do que sol.
Agora vemos a lâmina ainda mais afiada, ainda mais frenética e sedenta – porque está em (merecido) repouso.

Rogério Camargo e André Anlub
(20/4/15)

Tarde de 20 de Abril de 2015

Hahaha no way! How fun does this look?!!
Posted by Matt Banting on Domingo, 1 de março de 2015


Tarde de 20 de Abril de 2015

Vem à dor de cabeça, mesmo que imaginária.
Vêm os placebos da leitura, escrita e ficar solitário.
A versão da história há tempos foi deturpada,
pois nunca faz-se nada que não traga um avesso apraz.

Nada é capaz de entreter intermitentemente os eu próprio capataz; loucura, e é mesmo.
O avesso agora se fez travesso e belo, repartindo o bolo em ¼ de desequilíbrio.
Complexo colorido de combinações perfeitas aos olhos perplexos e mentes entreabertas;
Mentes de calibres sutis, em situações de insinuações sinuosas e citações hostis.

Vem à dor na perna, mesmo que real.
Após a corrida vespertina em um suor mais forte, em um sol mais forte, um pique mais forte de um corpo mais fraco.
É abril, mas poderia ser sonho; é um mês escancaradamente gordo. 
Os bordões estavam prontos e os bordéis idem: tais “ai” e “hum” e “ha” num vai e vem intenso de dar inveja ao pêndulo do relógio antigo da sala.
É abril, mês que escancara; vou dar minha cara à tapa que estarei pronto para qualquer jornada.

André Anlub

Manhã de 20 de abril de 2015



Manhã de 20 de abril de 2015 

Já de praxe: meu maracujá gelado e a impressão de algo largo longo lerdo no ar.
Ser leigo nas conclusões não é algo estranho? não, nem tanto! 
Cobiço sempre os pingos nos “is”, e até levo desaforo para casa... 
Mas sabendo e admitindo que esteja levando.
- Sou absolutamente parcial e gosto de ter conceitos sobre tudo... 
Mas sabendo que os mesmos podem mudar, admitindo e procurando acertar... 
Caso esteja errado.

“Isso” ou o “aquilo” são coisas corriqueiras; mas nada é corriqueiro quando se vive o momento.
Há algo no ar: talvez seja somente ar mesmo; talvez seja poluição; talvez seja um cheiro doce que ficou na memória; talvez o cheiro de comunhão, velas acesas e... Esses “trens” (jeitinho mineiro).

Vou comer um queijo com doce de leite e goiabada, beber uma cachaça e volto.

Há algo no ar: não é algo comum, extra comum, 
é algo turvo, fora de foco que necessita acabamento...
Mas sem martírio!
Fiz juramento de arrumá-lo, deixa-lo tinindo... Seja lá o que for.
Em dado momento a brisa invade a sala e sinto o odor de flor de lírio.

Voltei de bucho cheio e com duas talagadas de cachaça na cachola.

Joguei a moeda ao alto, escolhi “cara”. 
E foi assim: bateu no chão, rodou, rodou, rodou...
Andou um pouco e caiu no vão da pedra.
Peguei a lanterna e fui ver ao menos o que havia dado. 
E foi assim: bateu a luz nela e nada!

Agora é algo comum, que me tira a atenção e vai na contramão do desejo;
agora é pão sem queijo, sexo sem beijo e desconstrução da ação.
Fui pegar um imã, uma corda e acabar com o imbróglio...
Resgatei a moeda, mas no ínterim do resgate – viagem – volta –, ela rodopiou na linha...
Jamais saberei o que deu.
Então, se não sei se perdi ou ganhei: é empate.

André Anlub

Animal do bem e o tal

Policial Militar de Pernambuco mostra outros dons além o de servir e proteger!  Vale a pena assistir!
Posted by Marcos Do Val on Sexta, 13 de março de 2015


Animal do bem e o tal 
(André Anlub - 28/05/13)

São animais indiscretos e contemplativos,
Na mansidão imaginária e cada vez mais.

No hipotético paraíso na zona de conforto
Vão chegando, vão vivendo outros desafios,
Pés que não cansam de andar fora dos trilhos.

Vê-se os trilhos do bonde
No pé das frutas do conde,
No entorno do misto dos milhos
Com as doces e tortas espigas
Do conde de monte cristo.

Na ré do trépido bonde,
Tudo trepida e o vinho vai longe...
Entorna, esguicha e mancha
A roupa de linho da moça
Que o pranto fez poça 
(a olhos vistos).

São animais de cegos charmes
E quase sempre atrapalhados,
Na obsessão que alguém os agarre
Salvando-os do fortuito afogamento
Dos salgados e amargos mares.

São animais como nós,
Com nós nas vis ventas;
Que inventam o ar atroz
Logo após se lamentam. 

19 de abril de 2015

Enxugando os Prantos (parte II)

Creep - Vintage Postmodern Jukebox Radiohead Cover ft. Haley Reinhart...www.artFido.com/popular-art
Posted by artFido - fetching art on Domingo, 19 de abril de 2015


Enxugando os Prantos (parte II) 
(André Anlub - 18/9/14)

Os homens levaram a melhor, restauraram sem piedade os próprios corações... as nuvens, no gritante azul piscina do céu, ficaram devidamente alinhadas.
Aqui, ali, todos esqueceram que previram a tempestade que jamais se formou; vestes novas, bebidas aos litros e litros, frutas raras e frescas abocanhadas... e nas madrugadas uma surreal lua fluorescente. Como plano de fundo: casais e seus calorosos corpos colados, sorrisos aos montes e seus extensos beijos; no plano mais à frente: crianças corriam felizes, brincavam com brinquedos de madeira e não se fantasiavam de adultos... e não aconteceu o absurdo das águas se tornarem doces e estragarem os dentes. Aqui, ali, a mais completada ordem; muros e rostos pintados com coloridos belos, sem o grafite nervoso da política e o esboço de um papel impiedoso. Em breve os cárceres seriam demolidos, pois jamais tiveram serventia...
Museus de coisas que não existiram... expostos à revelia. A luta por tudo e a luta por nada, nessa mesma madrugada de lua brilhante. Enfim, todos na espera da alvorada, ainda mais o amor... o sol nascerá irradiador, e de fato de um parto; o cordão umbilical nos dará a chance de alcança-lo de fato... tudo no imaginário – possível – no imaginário. 

Pássaros que vem e que passam também são pássaros que ficam



Pássaros que vem e que passam também são pássaros que ficam 
(André Anlub - 14/7/13)

Indo bem mais profundo no nosso universo,
Habita o ponto cego da felicidade.
Ela vive numa espécie de vilarejo antigo, 
De casebres de pedra,
E dias tranquilos de sol dócil,
Ar sempre puro e vida que se vive.

Às vezes cai leve garoa,
Pois há a tal da nostalgia.
Nada combina mais com melancolia,
Do que uma garoa,
Acompanhada de um pouco de vinho e frio.

Para explicar melhor...
Fica na triangulação da apatia, a razão e o amor.
Alguns poetas sabem exatamente onde fica,
E alguns filósofos escondem.
Mas existe,
E algo me diz que é por lá, numa casa,
Que terminarei os meus dias.

Tem inúmeros pássaros que passam os dias rondando a região,
Mesmo sabendo que há comida suficiente por lá.

Já me vejo numa velha poltrona de couro,
Alguns tragos e um bom queijo,
Mas me contentaria com castanhas.
Vejo alguns vasos caros, com belas flores.
Mas poderiam ser de argila - comuns.

Ao surgir da lua cheia,
A expectativa da inspiração.
Sentaria na pequena varanda,
Na velha cadeira de balanço,
Com meu novo cão companheiro.
Pegaria minhas folhas e lápis,
E debaixo da mesma lua de anos,
Escreveria algo realmente interessante,
Depois, num gesto de saudação...
Soltaria ao vento.

Dueto de tarde (CXXVIII)

Essa vai pra você que joga chiclete no chão...Climatologia Geográfica
Posted by Climatologia Geográfica on Domingo, 19 de abril de 2015


Dueto de tarde (CXXVIII)

Tudo que te falo em incêndios tu me respondes em nuvens.
Na obviedade de Freiras tomadas de branco com passos rápidos nos jardins das abadias
Não se refletem as tuas respostas. Escapadiças respostas, que se diluem num céu cordato.
Quase tudo que te falo em dificuldades tu me abafas com um sorriso.
Talvez porque saibas muito delas, talvez porque saibas muito de mim ou talvez porque saibas muito do que nem sei que é pra saber.
Hás de convir com os viveres, pois tu és viveiro; vejamos os pássaros vivos que já voaram a tua volta. A mim couberam poucos, a ti aos montes.
Sou um vulcão e tu és a ilha que se forma quando a lava aplacada deixa-se moldar.
Ilha pacífica do Pacífico; equidistante vem o céu que te olha com flerte pela beleza exposta, pela formosura intrínseca na pele de deusa.
Sou o maremoto querendo engolir a ilha. Tu és o depois, o recolhimento de tudo que saiu do lugar, a limpeza da areia quando a areia é só areia.
Nesta areia, dentro da garrafa que enfrentou tormentas, chegam poesias, meu cheiro, meus sonhos e minhas lágrimas.
Com elas, minhas perguntas, feitas em incêndios. Para elas, tuas respostas, feitas em nuvens.
E antes que a fumaça cinza envolva o céu, antes que a pluma que voa toque a folha úmida e condenada, dou-te a única chance de me olhares bem, me olhares calmo, adormecido e apaixonado.
É o momento em que me respondes e eu sei que só a ti poderia ter perguntado, porque só tu absorves o incêndio, o vulcão, o maremoto e os deixa intactos.
Tenho por ti extrema admiração, pois não só me criaste e não só me completas, como também és minha imortalidade.
Imortal como a labareda que se alça e se recolhe, como o vulcão que convulsiona  e se recolhe, como o maremoto que avassala e se recolhe, entrego-te o que é teu em mim e é assim que somos para sempre.

Rogério Camargo e André Anlub
(19/4/15)
ALGUNS MINICONTOS

Deixou cair a palavra na frente do silêncio e esperou. O silêncio não recolheu a palavra. E esperou.

A imagem que Tronétio guardara do amigo de infância era bem esta: a de um amigo de infância. Passaram-se quarenta anos  desde que haviam brincado juntos pela última vez, antes que uma família fosse embora e outra ficasse. Por um tempo trocaram correspondência, mas nenhum dos dois gostava de escrever. E naquela época não havia telefone que “faz tudo”. Naquela época havia apenas ir embora (ou ficar) e sentir saudade. Era o que Tronétio sentia, depois de quarenta anos. Uma saudade avassaladora, que sequer o reencontro com o amigo aplacaria, porque reencontrá-lo não traria a infância de volta.


Estava escrito nas estrelas. Mas para ler o que estava escrito nas estrelas era preciso levantar a cabeça.


- Eu preciso ter condições!
- E do que você precisa para ter condições?


Estende o perdão como quem dá uma esmola. Fica surpreso quando o recusam.


- Me dá uma dor no pescoço terrível cada vez que eu fico olhando torto assim por muito tempo.
- E você precisa ficar olhando torto assim por muito tempo?


- Quem chegou?
- Ninguém chegou.
- É por isso que a casa está tão cheia...


- Eu levei o teu sonho para apanhar sol, tudo bem?
- Tá. E como é que ele está?
- Sonhe você mesmo e confira.


Roteiro para um passeio ao inferno: ter certezas e apostar nelas.


A pergunta que dançava diante dos olhos não sabia que música era aquela, que origem tinha aquele ritmo, quem pensou num arranjo tão envolvente, de onde viera tudo aquilo. A pergunta que dançava diante dos olhos apenas entregava-se a dançar, nada mais.


O tempo das misérias construiu um casebre com seus restos de ilusão, mudou-se para lá com o que lhe restava de resistência e passou os anos seguintes lendo velhas revistas que a falsa caridade largava em seu portão, periodicamente.


O jantar saiu às quatro da manhã, o café saiu às cindo da tarde e o almoço às onze da noite. Mas como estava todo mundo com fome, ninguém reparou.



No rosto da saudade uma ruga muito sutil de preocupação com o futuro veio descendo até não haver mais por onde descer.

ROGÉRIO CAMARGO 

Biografia quase completa






Escritor, locador, vendedor de livros, protético dentário pela SPDERJ, consultor e marketing na Editora Becalete e entusiasta pelas Artes com uma tela no acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC/BA)

Autor de sete livros solo em papel, um em e-book e coautor em mais de 130 Antologias poéticas

Livros:
• Poeteideser de 2009 (edição do autor)
• O e-book Imaginação Poética 2010 (Beco dos Poetas)
• A trilogia poética Fulano da Silva, Sicrano Barbosa e Beltrano dos Santos de 2014
• Puro Osso – duzentos escritos de paixão (março de 2015)
• Gaveta de Cima – versos seletos, patrocinado pela Editora Darda (Setembro de 2017)
• Absolvido pela Loucura; Absorvido pela Arte
(Janeiro de 2019)

• O livro de duetos: A Luz e o Diamante (Junho 2015)
• O livro em trio: ABC Tríade Poética (Novembro de 2015)

Amigos das Letras:
• Membro vitalício da Academia de Artes, Ciências e Letras de Iguaba (RJ) cadeira N° 95
• Membro vitalício da Academia Virtual de Letras, Artes e Cultura da Embaixada da Poesia (RJ)
• Membro vitalício e cofundador da Academia Internacional da União Cultural (RJ) cadeira N° 63
• Membro correspondente da ALB seccionais Bahia, São Paulo (Araraquara), da Academia de Letras de Goiás (ALG) e do Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (PT)
• Membro da Academia Internacional De Artes, Letras e Ciências – ALPAS 21 - Patrono: Condorcet Aranha

Trupe Poética:
• Academia Virtual de Escritores Clandestinos
• Elo Escritor da Elos Literários
• Movimento Nacional Elos Literários
• Poste Poesia
• Bar do Escritor
• Pé de Poesia
• Rio Capital da Poesia
• Beco dos Poetas
• Poemas à Flor da Pele
• Tribuna Escrita
• Jornal Delfos/CE
• Colaborador no Portal Cronópios 2015
• Projeto Meu Poemas do Beco dos Poetas

Antologias Virtuais Permanentes:
• Portal CEN (Cá Estamos Nós - Brasil/Portugal)
• Logos do Portal Fénix (Brasil/Portugal)
• Revista eisFluências (Brasil/Portugal)
• Jornal Correio da Palavra (ALPAS 21)

Concursos, Projetos e Afins:
• Menção Honrosa do 2° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Brava Gente Brasileira”.
• Menção Honrosa do 4° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Amor do Tamanho do Brasil”.
• Menção Honrosa do 5° Concurso Literário Pague Menos, de nível nacional. Ficou entre os 100 primeiros e está no livro “Quem acredita cresce”.
• Menção Honrosa no I Prêmio Literário Mar de Letras, com poetas de Moçambique, Portugal e Brasil, ficou entre os 46 primeiros e está no livro “Controversos” - E. Sapere
• classificado no Concurso Novos Poetas com poema selecionado para o livro Poetize 2014 (Concurso Nacional Novos Poetas)
• 3° Lugar no Concurso Literário “Confrades do Verso”.
• indicado e outorgado com o título de "Participação Especial" na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas/Salvador (BA).
• indicado e outorgado com o título de "Talento Poético 2015" com duas obras selecionadas para a Antologia As Melhores Poesias em Língua Portuguesa (SP).
• indicado e outorgado com o título de Talento Poético 2016 e 2017 pela Editora Becalete
• indicado e outorgado com o título de "Destaque Especial 2015” na Antologia O Melhor de Poesias Encantadas VIII
• Revisor, jurado e coautor dos tomos IX e X do projeto Poesias Encantadas
• Teve poemas selecionados e participou da Coletânea de Poesias "Confissões".
• Dois poemas selecionados e participou da Antologia Pablo Neruda e convidados (Lançada em ago./14 no Chile, na 23a Bienal (SP) e em out/14 no Museu do Oriente em Lisboa) - pela Literarte

André Anlub por Ele mesmo: Eu moro em mim, mas costumo fugir de casa; totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas loucuras, tento quebrar o gelo e gaseificar o fogo; não me vendo ao Sistema, não aceito ser trem e voo; tenho a parcimônia de quem cultiva passiflora e a doce monotonia de quem transpira melatonina; minha candura cascuda e otimista persistiu e venceu uma possível misantropia metediça e movediça; otimista sem utopia, pessimista sem depressão. Me considero um entusiasta pela vida, um quase “poète maudit” e um quase “bon vivant”.

Influências – atual: Neruda, Manoel de Barros, Sylvia Plath, Dostoiévski, China Miéville, Emily Dickinson, Žižek, Ana Cruz Cesar, Drummond
Hobbies: artes plásticas, gastronomia, fotografia, cavalos, escrita, leitura, música e boxe.
Influências – raiz: Secos e Molhados, Chico Buarque, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mutantes, Jorge Amado, Neil Gaiman, gibis, Luiz Melodia entre outros.
Tem paixão pelo Rock, MPB e Samba, Blues e Jazz, café e a escrita. Acredita e carrega algumas verdades corriqueiras como amor, caráter, filosofia, poesia, música e fé.